domingo, maio 16

10 things

I hate the way you talk to me.
And the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car.
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots.
And the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick
it even makes me rhyme.
I hate the way you're always right.
I hate it when you lie. I hate it when you make me laugh
even worse when you make me cry.
I hate it that you're not around.
And the fact that you didnt call. But mostly I hate the way I don't hate you
not even close, not even a little bit,
not even at all.

Movie "10 Things I hate about you", 1999

domingo, maio 9

Do alto da Pedra

Passeando pela net (como sempre), encontrei esse vídeo da música Do alto da Pedra, da banda Rosas de Saron, e aqui vai a indicação do som para quem curte música Gospel.
Confesso que já ouvi essa música várias vezes, mas hoje... digamos que ela respondeu algumas perguntas...

sexta-feira, maio 7

Senti

Bom, como já sabem eu adoro idéias, e não somente as minhas mas as dos outros também e depois que entrei para a vida de "blogueira" tenho descoberto muitas coisas, muitos sites e blogs, muitas idéias interessantes e algumas até já postei aqui.
Sendo assim, segue um poema de Tassyane Américo que li em seu blog Palavras de Fato:

Senti

desista e deixe
deixe que meus lábios te esqueçam
deixe os meus olhos sem te ver
deixe a minha pele sem sentir

o que eu sinto é vasto
me enche me dói e entorpece
o que seria calma é loucura
na minha alma causa terremoto

me viro e me bato
te perco e não me acho
aonde vou sem ti nada sou
e nada que eu faça te faço voltar


fraca sem rumo e sem mundo
perdida sem ti e nada, me mato
aos poucos perco meus laços
perco o futuro e me perco

sem ti.

Happily ever after

Ainda estou tentando me livrar das coisas velhas, de tudo o que é velho , e já escrevi sobre isso, mas percebi que não é tarefa fácil.
Como gostamos de nos agarrar ao passado, de viver o que não tivemos, de remoer o que não conseguimos e de guardar o que já não é mais útil.
Relutamos em aceitar a vida que temos, o rumo que ela tomou, as conseqüências de nossos atos e viver, aceitando que não existe um “happily ever after”, pelo menos não do jeito que imaginamos que iria ser.

quarta-feira, maio 5

quinta-feira, abril 29

Cinco a seco

Pessoal passeando pela net encontrei um grupo (talvez vocês até já conheçam) chamado "Cinco a seco", adorei o som, o estilo, a voz... Bom, gostei de tudo e acho que vocês também vão gostar deles.
Então aqui vai mais uma dica do que "estou ouvindo"
Segue o video da música "Mesmo quando a boca cala".
Já sei Léo! Muito romântico ... ehehe mas essa é só uma das músicas, acho q vale a pena ouvir
as outras músicas deles.

terça-feira, abril 27

22 de abril (antes tarde do que nunca)


"Quem descobriu o Brasil?", perguntava a professora.
"Pedro Álvares Cabral!!!!", respondíamos todos, sem demora.

Ainda bem que a gente cresce....

segunda-feira, abril 12

A paixão na razão

Sei que meus "posts" muitas vezes parecem ser “emotivos” demais, mas na maioria das vezes falo do que vejo, do que presencio, não falo somente de mim e sim do que está ao meu redor. Esta tarde numa conversa sobre “o que é paixão” chegamos a conclusão de que ela não existe sem atos. É impossível chamar de paixão aquilo que não aconteceu, aquilo que ficou só no pensamento, no sonho ou na ilusão.
O mais interessante é que encontrei esse poema de Manuel Bandeira que pode traduzir a conclusão a que chegamos.
Sendo assim gostaria que esse poema fosse lido de um modo mais racional (se é que isso é possível).



Poema irônico

O que tu chamas tua paixão,
É tão-somente curiosidade.
E os teus desejos ferventes vão
Batendo as asas na irrealidade...

Curiosidade sentimental
Do seu aroma, da sua pele.
Sonhas um ventre de alvura tal,
Que escuro o linho fique ao pé dele.

Dentre os perfumes sutis que vêm
Das suas charpas, dos seus vestidos,
Isolar tentas o odor que tem
A trama rara dos teus tecidos.

Encanto a encanto, toda a prevês.
Afagos longos, carinhos sábios,
Carícias lentas, de uma maciez
Que se diriam feitas por lábios...

Tu te perguntas, curioso, quais
Serão seus gestos, balbuciamento,
Quando decerdes nas espirais
Deslumbradoras do esquecimento...

E acima disso, buscas saber
Os seus instintos, suas tendências...
Espiar-lhe na alma por conhecer
O que há sincero nas aparências.

E os teus desejos ferventes vão
Batendo as asas na irrealidade...
O que tu chamas tua paixão,
É tão-somente curiosidade.